Segundo um recente estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, relações sexuais com amantes apresentam maior incidência de fraturas penianas do que o sexo com o parceiro fixo.

Em entrevista ao jornal O Dia, um dos autores da análise, o urologista americano Andrew Kramer explicou que a fratura do pênis se dá pelo rompimento dos corpos cavernosos, tecidos que envolvem o sangue e promovem o enrijecimento do órgão durante a ereção.

“Não há osso para ser quebrado, mas esses tecidos se partem ao meio como uma madeira, causando trauma similar ao de uma fratura”, contou Kramer.

Na maioria dos casos, a fratura ocorre quando o pênis escapa da vagina e acerta um dos ossos da região pélvica da parceira. Segundo o médico para a publicação, tal acontecimento tem mais chances de ocorrer em relações apressadas e locais inusitados, situações comuns em traições.

“Quando o homem está traindo, arrisca mais no sexo, experimenta novas posições, faz extravagâncias. Isso o deixa mais propenso a sofrer trauma”, disse Kramer. “Evidente que há sexo selvagem entre marido e mulher, mas percebemos ser mais raro”, completou.

O urologista aponta que o risco de ser descoberto também atua na possibilidade de trauma já que o homem fica mais tenso. “Sexo não é só físico, é mental. A situação influencia o desempenho e em possíveis problemas durante o ato”, comentou.

Tão logo a fratura ocorra, é necessário procurar um hospital para a realização de cirurgia. Caso contrário, há risco de o paciente desenvolver impotência sexual.

“O procedimento recupera os corpos cavernosos e as funções sexuais”, garantiu para publicação.

Kramer informou que a fratura peniana, além de causar dor e exigir a realização de uma cirurgia de urgência, também torna os homens mais sinceros.

“Normalmente eles chegam muito assustados ao hospital e querem resolver o problema logo. Por isso, evitam mentir. Podem tentar esconder de suas esposas, mas não do médico. Contam tudo o que possa ajudar no tratamento”, disse o urologista americano.

O especialista também apontou que o rompimento dos corpos cavernosos tem maior ocorrência entre homens jovens, entre 25 e 35 anos. “Esse grupo etário costuma buscar aventuras sexuais, quer novidades. Assim, corre maiores riscos do que homens mais velhos”, concluiu.

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