Com o início do inverno, praticar atividade física nem sempre é fácil. Algumas pessoas deixam de malhar por falta de disposição para sair de casa, em função das baixas temperaturas, ou por terem desenvolvido algum resfriado, o que é comum nessa época do ano, com medo de piorá-lo. Para esse caso, o recomendado é não parar de exercitar com o aparecimento de qualquer sintoma, mas ajustar o treino para que continue com os benefícios e não piore o estado de saúde.

Diogo Fiorini, educador físico da Cia Athletica de Belo Horizonte, explica que quando há sintomas de gripe ou resfriado, o exercício pode ser realizado mas, é preciso atenção com a intensidade. “A forma como vamos realizar a atividade deve levar em consideração os sintomas. De forma geral, o indicado é deixar o treino mais leve e encurtar a duração das aulas”, ressalta.

Nos casos em que o praticante está com coriza, congestão nasal e dor de garganta leve, não existe nenhum problema em fazer alguma atividade física. “Já quando a pessoa apresenta tosse intensa, congestão torácica, febre ou dores no corpo, a prática esportiva deve ser interrompida e só deve ser retomada quando a pessoa estiver completamente recuperada”, recomenda Diogo.

Benefícios de malhar no inverno

No inverno, a prática de atividades físicas pode gerar um aumento da queima calórica de 30% a mais do que em outras épocas do ano. Isso acontece porque o corpo gasta mais energia para se manter aquecido, aumentando a queima de gordura. Para quem gosta de atividades aeróbicas como o spinning, lutas, corrida ou exercícios que fazem transpirar mais, como os treinos funcionais, baixas temperaturas são aliadas para melhorar a performance e consequentemente os resultados. “Além disso, se exercitar regularmente fortalece o sistema imunológico e diminui o risco de doenças são comuns nesse período”, lembra o educador físico.

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