A vibrolipoaspiração, conhecida também como vibrolipo, é uma cirurgia plástica indicada para quem quer reduzir a gordura localizada.
Semelhante à lipoaspiração tradicional, a vibrolipo é menos invasiva. Primeiramente são injetados soro fisiológico, adrenalina e anestésico local no tecido adiposo. Feito isso, são inseridas cânulas finas (tubos utilizados para a retirada de gordura) que vibram. Os tubos são submetidos a movimentos vibratórios por meio de outros aparelhos acoplados nas cânulas.

De acordo com a cirurgiã plástica Ana Paula Polato (SP), a vibrolipoaspiração permite que a recuperação do paciente seja mais rápida e a cirurgia seja menos invasiva que a lipoaspiração, pois o médico não precisa usar da força para introduzir as cânulas, mas sim direcioná-las de forma que provoca menos trauma nos tecidos. “Usualmente não necessita de anestesia geral”, completa especialista.

A técnica pode ser aplicada em todas as partes do corpo, sendo que a duração da cirurgia depende da quantidade de gordura que será aspirada – normalmente entre duas e três horas – e a anestesia pode ser local ou peridural (ambas com sedação), dependendo da extensão das áreas a serem tratadas.

Por atingir um número menor de vasos sanguíneos, a vibrolipoaspiração produz menos sequelas que a lipoaspiração convencional, como marcas roxas e a perda de sangue durante a cirurgia.

No entanto, o paciente deve seguir as recomendações médicas, como usar cinta elástica compressora durante 45 dias após a cirurgia, submeter-se a sessões de drenagem linfática, cumprir o tempo de repouso indicado e evitar a exposição solar por 60 dias.

A gordura eliminada durante a cirurgia pode ser reaproveitada e enxertada em áreas que precisam de preenchimento como bumbum, por exemplo.

Com informações da revista Corpo a Corpo.

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