Muita gente supõe que a astrologia seja apenas baseada em previsões. Entretanto, de acordo com a astróloga Maju Canzi, a técnica se trata muito mais de conhecimento. “Astrologia é uma ferramenta incrível que proporciona um conhecimento amplo da nossa essência, do nosso papel no universo e que nos permite trilhar caminhos mais assertivos na vida. Nem de longe, a astrologia se compara ao simplismo de dizer que uma pessoa é do signo de Áries ou de Gêmeos, ou de prever como será o dia para milhares de pessoas que nasceram sob o mesmo signo solar”, explica.

A profissional ainda enfatiza, que, todos nós, independente de qual signo, fazemos parte da corrente do zodíaco. “Somos todos parte de uma mesma realidade, fazemos parte da roda do Zodíaco. Somos um elemento dele, assim como o Sol, a Lua, os planetas e seus aspectos. Por isso, somos tão influenciados por seus movimentos. Quando a lua está em virgem, nosso sentimento também está virginiano. Quando o sol está em Aquário, a casa do nosso mapa ocupada pelo signo de aquário também olha para o futuro e quer novidades a todo custo. Nós somos parte do universo e a Astrologia é a ferramenta mais completa para compreender essa lógica”, exemplifica.

A astróloga comenta que, como a astrologia é baseada no desenho do céu e no movimento dos planetas, é possível se antecipar às mudanças energéticas, ciclos e, com isso, proporcionar uma forma de realizar escolhas que sejam mais adequadas para determinados momentos. No entanto, ela enfatiza que nada é permanente, tudo é mutável e, inclusive, essas mudanças são sentidas em cada um de maneira e grau diferente.

“Quando Mercúrio, o planeta das comunicações, está em movimento retrógrado, podemos ter desentendimentos, problemas com nossos equipamentos eletrônicos, errar nos detalhes em um texto, etc. Mas tenho relato de pessoas que tiveram grandes oportunidades nesse período, afinal, refletir ao invés de tomar uma decisão apressada pode ser a salvação. Cada caso é realmente diferente e único. Há uma energia geral que pode interferir na vida de todos? Sim. Isso basta para dizer que todos terão a mesma transformação? Não. Somos únicos”, finaliza.

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