O vereador Noilton Ramos (PPS) comparou, durante a sessão de segunda-feira, 5, a peça infantil “A Princesa e a Costureira” com a intervenção federal no Rio de Janeiro. O espetáculo foi apresentado no Sesc de Taubaté neste domingo (4).

A peça conta a história da Princesa Cíntia, prometida em casamento para o príncipe do reino vizinho, mas que se apaixona pela costureira responsável por confeccionar seu vestido de noiva. Os autores contam, na sinopse da obra, que o texto “aguça a reflexão sobre as chamadas diferenças e que não devem ser traduzidas em desigualdades”.

Para o vereador, o problema que levou a intervenção federal no Rio de Janeiro foi o desrespeito às famílias, que, segundo ele, é o mesmo desrespeito que a peça leva para as crianças.

“A peça passa a ser uma violência contra a família e contra a sociedade. A intervenção no Rio de Janeiro tem a ver com isso. É o desrespeito com a família. As pessoas não entendem e preferem acreditar que isso é outro tipo de violência. Eu já acredito que é o mesmo”, afirmou o vereador.

“Essa agenda de programação especial de gênero e sexualidade é um desrespeito à Educação que os pais querem trazer aos filhos. Está desrespeitando a constituição”, discursou o parlamentar.

Noilton Ramos ainda questionou o motivo para peça ser passada para crianças e não adultos.

“Por que não passa essa peça para os adultos? Porque os adultos já sabem o que realmente querem para suas vidas e as crianças estão em fase de aprendizagem. Quando envolve crianças a partir de seis anos nesse tipo de coisa é uma irresponsabilidade”, disse Ramos.

O Meon entrou em contato com o Sesc Taubaté e com a assessoria da peça, mas não teve retorno até o momento.

O Sesc Taubaté traz no mês de março uma programação especial sobre “Gênero e Sexualidade”, promovendo debates, espetáculos culturais e oficinas de fotografia dentro do tema.

As informações são do site Meon.

 

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