Quando o assunto é envelhecimento, muitos tremem só de pensar em ficar velho. A gente sabe que muitas partes do corpo vão acabar mudando com o passar do tempo e uma dessas partes é o pênis.

Sim, o pênis também sofre os efeitos do tempo e envelhecem. Mas, com adaptações e cuidados, dá para transar numa boa, sempre.

Fases da vida

Na adolescência, a produção de testosterona acontece a todo vapor. O pênis aumenta muito de tamanho e a pele fica mais grossa; os pelos vão ocupando a região pubiana e engrossando. Os testículos também crescem. Ereções fisiológicas e espontâneas durante a noite e pela manhã, quando a bexiga está cheia, são frequentes. A masturbação é fonte de prazer e autoconhecimento.

Entre os 20-35 anos, o pênis já tem seu tamanho definitivo. As ereções são fáceis, vigorosas e duradouras, mas como a ansiedade em ter um bom desempenho ocupa boa parte dos pensamentos, é comum casos de ejaculação rápida.

Já aos 40 anos, o atrito causado ao longo dos anos no sexo leva a um escurecimento da pele do pênis e da glande. O pênis sofre uma pequena perda de elasticidade dos tecidos e pode apresentar aumento de tamanho no estado flácido – o que não altera em nada as ereções. A ejaculação parece mais fácil de controlar. É uma fase de curtir o sexo com menos ansiedade.

Aos 50 anos, os pelos pubianos ficam mais finos; alguns embranquecem. O pênis demora mais para ficar duro. O período de descanso necessário após ejacular se amplia, dificultando mais de uma relação no mesmo encontro. Quem engordou pode achar que o pênis encolheu, mas ele apenas ficou mais “escondido” pelo aumento da gordura.

Por fim, na terceira idade, os pelos pubianos diminuem e ficam grisalhos. A pele perde o vigor e resseca. A diminuição de elasticidade atinge seu maior grau. Em alguns casos, o tamanho do pênis flácido se assemelha ao tamanho ereto. A frequência de relações diminui, as ereções diminuem e o orgasmo demora mais, mas a vida sexual pode continuar satisfatória.

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