Essa história é muito bizarra, mas, acredite, é real. Dorian Corey era uma famosa Drag Queen de Nova York, que, inclusive, foi a grande estrela do documentário: “Paris is Burning”. No entanto, após o seu falecimento, ela acabou se tornando notícia em todo mundo, mas por outro motivo, que não tinha relação com o seu talento.

A artista foi uma das vítimas da Aids nos 90, com a sua morte, amigos foram até o seu apartamento para retirar alguns pertences. Entretanto, em meio várias perucas, enchimentos e boás de plumas, Corey guardava um corpo mumificado, deitado em posição fetal e embrulhado num plástico que parecia couro.

Na época, o assunto virou manchete do “New York Times”, repercutindo em todo o mundo. Segundo a polícia, o cadáver estava sendo mantido através de um líquido que foi identificado na ocasião, como uma essência de ervas. A autopsia revelou que o corpo estava sendo conservado há pelo menos 15 anos.

Com as impressões digitais, foi possível descobrir de quem era o cadáver. Tratava-se de um amigo da drag que desapareceu de maneira súbita, sem deixar rastros. Ele foi assassinado com um tiro na cabeça. Entretanto, quem teria apertado o gatilho, não foi possível esclarecer. Mas os boatos que correram nos bares gays localizados na Rua 43, e se tornaram notícia nos principais jornais americanos dos anos 90, foi que a própria Corey que teria assassinado o colega, por motivos que ninguém soube explicar.

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