Uma coisa é fato: enquanto os homossexuais não se organizarem para eleger representantes que apoiem a causa LGBT nas próximas eleições, essas situações vão ficar cada vez maiores. Por isso, antes de começar a matéria, fica aqui o alerta. A bancada evangélica só aumenta, enquanto nós dançamos na boate.

O senhor juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal do Distrito Federal, que, em setembro deste ano, proferiu a polêmica decisão que ficou popularmente conhecida como “cura gay”, resolveu fazer uma alteração no texto inicial.

Na última sexta-feira (15), o magistrado não só manteve sua decisão inicial, que proibiu o Conselho Federal de Psicologia (CFP), de impedir que os psicólogos forneçam tratamento de “reversão sexual”, para quem “procurar” aos profissionais, como liberou para que o assunto possa ser discutido em debates acadêmicos, pesquisas e “atendimentos psicoterapêuticos que se fizerem necessários à plena investigação científica de’ transtornos comportamentais” associados à orientação sexual de cada indivíduo.

Pra quem não se lembra, no texto inicial da liminar existia uma determinação que os  psicólogos não participassem de eventos e serviços em que fossem recomendados tratamentos e a cura da homossexualidade. No entanto, parece que ele resolveu mudar de ideia. Por que será? Acorda Galera!

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