Você deve ter notado como o noticiário mundial está tomado por denúncias de assédio sexual. A maioria das acusações vem de Hollywood, mas também já existem registros em outras áreas da nossa sociedade.

É o caso de John Doe, ex-funcionário do Grindr, que entrou na justiça contra o aplicativo de pegação, alegando ter sido estuprado pelo supervisor de recursos humanos da companhia americana. Segundo a vítima, Daniel Cabanero o drogou durante uma festa de Natal da empresa em 2016, antes de colocá-lo em um carro e levá-lo para um quarto de hotel, onde ele diz que acordou amarrado e sendo penetrado por Cabanero.

Em seguida, ele perdeu a consciência e só acordou horas depois. Foi quando decidiu procurar um hospital, onde foi submetido a um exame de estupro “altamente invasivo e humilhante”, segundo informações do TMZ.

Ainda segundo Doe, diversos funcionários do Grindr sabiam do que estava acontecendo, mas não fizeram nada para intervir. Além disso, a vítima afirma que o escritório do aplicativo é famoso por sua má conduta entre os funcionários. A polícia já está investigando o caso.

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