Uma pesquisa feita pela Universidade Estadual de San Diego (EUA) revelou uma nova geração. Após a X, Y e Z, agora, é a vez da “Geração Smartphone”, que engloba jovens nascidos após 1995 e que já demonstram comportamentos sociais diferentes.

De acordo com uma professora de psicologia da universidade, Jean Twenge, os resultados apontam para um grupo que faz menos sexo, saem pouco, ingerem menos algo e não possuem interesse em dirigir. Em linhas gerais, são menos preparados para a vida adulta e demoram para amadurecer.

O levantamento ouviu cerca de 11 milhões de jovens norte-americanos. Para Twenge, o crescimento da geração em um ambiente mais seguro e menos exposto a situações de risco são fatores que contribuem para a chegada em uma vida adulta com menor experiência, maior dependência e dificuldade na tomada de decisões.

Outro dado que gera alerta à Geração Smartphone é que ela sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão, o que elevou a taxa de suicídio, que foi o triplo registrado na última década, entre meninas de 12 a 14 anos. Porém, eles enxergam o mercado de forma mais realista e são mais dispostos a trabalhar duro, além de serem mais tolerantes com as diferenças e se mostra mais ativa na defesa de direitos LGBT e da população, em geral.

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