Waldemar Cláudio de Carvalho, conhecido por ser responsável por dar entrada em uma liminar que visa liberar que, não só, psicólogos mas a população inteira tratem gays e lésbicas como doentes (podendo ser tornarem objetos de estudo e forçados a fazerem terapia de “reversão sexual), teve seu passado revelado.

De acordo com os ex-alunos de Waldemar, que dava aula de Direito (pasmem), o juíz já se dava indícios de sua homofobia durante suas aulas.  E não para por aí, em uma entrevista para o Correiro Braziliense, os alunos afirmam que ele apoiava a ditadura militar, maltratava mulheres e LGBTs na sala e impedia que trabalhos sobre o assuntos fossem abordados, apoiando a homofobia, machismo e os direitos das mulheres.

“Sempre vinha com comentários que reduziam assuntos relacionados à homofobia e ao feminicídio. Era desagradável ter aulas com ele. No antigo grupo da sala todo mundo comentou sobre a liminar, todos indignados, mas não surpresos”, diz um dos alunos entrevistados.

Outro revelou que decidiu abandonar o curso por conta dos comentários e ação que não eram compatíveis para que o país crescesse: “Em alguns trabalhos que debatíamos temas escolhidos por nós, os relacionados ao combate à homofobia, ao machismo ou a questão de minorias eram barrados por ele por não serem pertinentes para se debater dentro das perspectivas do direito”.

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