O Tribunal Supremo de Israel se mostrou a favor da barriga de aluguel para casais homossexuais. O posicionamento serviu como alívio aos ativistas LGBT e esperança de modificação da lei atual, que reserva esse direito aos casais heterossexuais.

A decisão final do órgão deve sair daqui a seis meses. Vice-presidente do Supremo, Salim Jubran disse na quinta-feira (03) que já era hora de “ampliar o acesso à maternidade por substituição em Israel a outros grupos familiares”, segundo documentos.

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O texto que demostra o favorecimento deverá passar mais duas leituras. Embora continue negando aos casais homossexuais e a gays solteiros o direito de recorrer a uma barriga de aluguel, contempla o recurso para as mulheres solteiras, contanto que a mãe portadora esteja vinculada geneticamente à mulher cujos ovários seriam implantados nela.

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