Uma mulher trans foi impedida de embarcar em seu voo pois o nome social que constava em sua passagem aérea era diferente daquilo que estava no documento.

O caso aconteceu na manhã da última quarta (16) no Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville. Mariana Franco só conseguiu embarcar comprando uma nova passagem e aguardar até às 15 horas para entrar no avião, que foi até São Paulo e fez conexão para Brasília, seu destino.

Para ela, a humilhação foi revoltante. “Fui acusada de falsidade ideológica, estou em choque. Eu cheguei às 7h e fui embarcar às 15h, fiquei o tempo todo no aeroporto, não recebi nenhuma assistência. Eu sou transexual, o mercado de trabalho para mim não é fácil, no aeroporto não tem nada barato. Então, foi um constrangimento enorme”, revelou.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, o nome fornecido no momento da compra da passagem precisa ser igual ao nome do documento de identificação do passageiro, mesmo em casos de utilização de nome social. Já a Latam, aérea envolvida na situação seguiu o que diz o órgão, completando que “a diversidade faz parte da cultura da companhia, que atende qualquer pessoa com a mesma atenção, cuidado e respeito”.

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