Apesar das mazelas que assolam nosso país, ainda temos boas iniciativas acontecendo e que resgatam nosso sentimento cívico. Digo isso, porque pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Carlos (IFSC/USP) conseguiram combater células do vírus HIV a partir de testes feitos com planta presente na flora brasileira.

Os cientistas realizaram o estudo com Pulchellina, que é uma proteína originária de Abrus pulchellus tenuiflorus – planta existente na flora brasileira e descobriram que a substância é capaz de combater as células infectadas pelo vírus HIV.

Para a realização do estudo os pesquisadores conjugaram a Pulchelina aos anticorpos. Essas células guiaram a substância para dentro dos glóbulos infectados pelo vírus HIV. Em seguida, foi observado que, devido a ação tóxica da proteína, glóbulos infectados foram combatidos.

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Graças a essa descoberta, os cientistas do Grupo de Óptica passarão a se dedicar a uma nova linha de pesquisa que visa estudar estratégias para tentar combater o HIV/AIDS e outras complicações, como o câncer, associando anticorpos à Terapia Fotodinâmica, uma técnica que se baseia no uso da luz.

O intuito dos pesquisadores de São Carlos é combater o HIV no próprio sangue. A ideia é retirar o sangue infectado do paciente, tratar esse material com anticorpos e aplicação de luz e, então, inserir o sangue tratado no organismo. Bacana, né?

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