Só se liga no pensamento arcaico: cerca de 38% dos homens gaúchos afirmam de pé junto que exame de toque retal “não é coisa de homem”.

O levantamento ouviu mais de mil homens em estádios de futebol em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Recife. Especificamente na capital gaúcha, o contingente afirmou que não é nada másculo realizar o exame, que é essencial para a prevenção do câncer de próstata.

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O preconceito é o fator principal de impedimento à realização do exame. Com duração de no máximo 15 minutos, ele deve ser realizado anualmente pelos homens a partir dos 40 anos de idade. Quanto maior a prevenção, melhor, já que o câncer levar cerca de 4 anos para se manifestar.

O índice foi obtido após uma pesquisa do Instituto Datafolha, e divulgado pela Bayer, em parceria com o Instituto Oncoguia e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

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