Não faço ideia de quando você está lendo este artigo, mas saiba que neste exato momento, o Brasil está registrando a maior onda de frio dos últimos quatro anos. No sul, tá nevando. Nas redes sociais, tem uma galera fazendo aqueles textões e rezando para o calor chegar logo.

O fato é que o inverno nos deixa um pouco mais preguiçosos,  com uma vontade eterna de dormir, mesmo sabendo que a cama quentinha pode nos deixar alguns quilinhos a mais. Mas quem te disse isso?

Fique sabendo que, segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, para manter o organismo aquecido no frio durante o sono, o nosso corpo acaba acelerando o metabolismo. Ou seja, queimamos mais calorias.

Para o estudo, os participantes, todos homens, dormiram em quartos com temperatura controlada e tiveram as mesmas refeições durante quatro meses, garantindo assim que as calorias ingeridas por todos fossem as mesmas. Eles também receberam os mesmos tipos de roupa de cama e pijamas.

Os testes foram feitos em três momentos, divididos pela temperatura do quarto dos participantes. Um mês deveria estar em 18°, outros dois meses em 23° e, por fim, um último mês em 27°. Com as análises, os pesquisadores notaram que nas semanas com a temperatura mais baixa, o corpo dos participantes se adaptou para que eles perdessem mais peso.

Os resultados demonstram ainda que as pessoas que dormiram nuas, cobertas com um fino edredom, tinham mais chances de emagrecer. Eles notaram que a queima de gordura capaz de produzir calor foi duas vezes maior. Quando eles dormiram em temperaturas mais altas, o resultado foi exatamente o contrário.

A gordura marrom, que produz 300 vezes mais calor do que qualquer órgão no corpo e queima calorias muito rapidamente, é abundante em bebês, mas os níveis caem para quase zero à medida que as pessoas se tornam adultos.

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