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Veja ‘a cena de sexo gay mais explícita da história’, na série “Deuses Americanos”

A gente já tinha te mostrado aqui no Superpride que a imprensa americana estava fazendo o maior alarde com a “a cena de sexo gay mais explícita da história”.  E a sequência em questão finalmente foi ao ar na série “Deuses Americanos”, do canal Starz, neste domingo (14)

Obviamente, diante de tanta expectativa, geral sintonizou na emissora e foi inevitável não falar da polêmica que mostrou dois homens muçulmanos fazendo sexo. A produção é baseada na obra homônima de Neil Gaiman.

Na série, um jovem vendedor chamado Salim (Omid Abtahi) pega um táxi dirigido por Jinn (Mousa Kraish), um dos deuses da história. Eles desabafam sobre suas vidas, têm uma conexão e vão para um quarto de hotel, onde transam.

“Não quisemos defender nenhuma causa, da nossa parte houve apenas o desejo de abraçar a positividade sexual e a certeza de que a cena fosse tão bonita e profunda que ninguém teria o direito de reclamar, porque ninguém pode reclamar mesmo”, disse Bryan Fuller, roteirista da série, em entrevista ao “TV Guide”.

Para o roteirista, a cena representa uma “fantástica metáfora para um homem que não pode ser visto, espera por isso, e aí, pela primeira vez, vivencia a experiência do que é ser visto por outro homem”.

Segundo Fuller, a exibição da cena foi uma oportunidade da produção desafiar o público a não desviar o olhar da beleza dessa experiência para o personagem. “Queríamos que fosse hipnótico. Queríamos criar uma experiência hipnótica, não só para o Salim, mas para todos os homens como Salim, que têm uma noção corrompida de sexualidade, por qualquer razão que seja, e não podem ser eles mesmos sexualmente falando”, revelou.

“Deuses Americanos” está disponível no Brasil no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime. Mas você pode ver a cena clicando aqui.

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Sobre o autor

Nelson Sheep

Nelson Sheep

Editor-chefe no Superpride, youtuber, editor, produtor e diretor do canal Põe na Roda. Formado em Rádio e TV pela Universidade Anhembi Morumbi, trabalhou com jornalismo econômico por 6 anos e fugiu para o mundo dos blogs para estimular o pensamento dos outros. É um ouvinte de primeira.