Na semana passada, o novo Ensino Médio ganhou destaque na mídia e dominou as redes sociais. Aí a gente traz um contraponto, no mínimo, interessante: Com um investimento de US$ 50 milhões e objetivo de ter 2.000 alunos, chega a São Paulo a conceituada escola Avenues the World School.

Os pedidos de matrículas começam em março de 2017 e as mensalidades custarão cerca de R$ 8 mil. A escola irá admitir estudantes de 3 a 18 anos, desde a educação infantil até o ensino médio. As aulas iniciam em agosto de 2018 (calendário americano). A escola está sendo construída em uma área de 30.000m2 no bairro de Cidade Jardim com projeto de arquitetura assinado pelo escritório Aflalo & Gasperini, juntamente com os designers da Avenues.

Nos Estados Unidos, a Avenues foi fundada em 2012 por Benno Schimidt, ex presidente da Universidade Yale, Greenberg, ex publisher da reista “Esquire” e Chris Wittle, também da área de educação. O investimento em NY foi de US$ 100 milhões , mas depois recebeu um aporte de US$ 250 milhões. A escola possui 1500 alunos em NY que pagam US$ 50 mil por ano. As vagas são bem disputadas, chegando a 17 candidatos por vaga.

A Avenues é uma escola para filhos de super ricos e bilionários e tem a função de formar alunos com uma mentalidade global, que possam trabalhar em uma empresa em qualquer parte do mundo.

Na Avenues the World School os alunos estudam inglês e mandarim, aprendem a mexer em impressoras 3D e no almoço comem lagosta orgânica no refeitório. Aprendem matemática pelo método de Cingapura e, no ensino médio, constroem casas de selva com painéis de energia solar e estudam religiões do mundo. A escola prepara os alunos para entrarem em universidades como Harvard, Yale e Stanford.

A escolha por abrir uma unidade em São Paulo foi devido ao sucesso e faturamento de outras escolas internacionais como a escola americana Graded School, que tem uma lista de espera de 500 pessoas, uma taxa de matrícula de 40 mil reais e mensalidades de até 8 mil reais. Isso justifica abrir uma unidade em São Paulo, antes de Londres, Miami, Xangai, Vale do Silício e Doha, que serão as próximas unidades a serem abertas.

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