Não sou e nem curto afeminados! Quantas vezes você já deu de cara com essa expressão maldita? Seja nas redes sociais, apps de pegação ou até mesmo na vida real, cara a cara com o preconceito das pessoas.

Como se já não bastasse os altos níveis de violência contra homossexuais, em especial aos afeminados, que sempre estiveram na linha de frente dos ataques de ódio, essa parcela da população gay (na qual eu me incluo) enfrenta discriminação do seu próprio meio.

Tenho pra mim que isso é um reflexo do machismo da nossa sociedade maior, que não vê com bons olhos a liberdade das mulheres. Ou seja, tudo que se assemelhe ao feminino, logo será massacrado. Um absurdo! No microcosmo gay, é comum se deparar com o argumento de que não há atração sexual por esse “tipo de gente pintosa”. O que até poderia ser verdade se a gente isolasse apenas o fator fetichista da coisa, caso não viesse melado de hostilidade, o que geralmente acontece.

O fato é que a reprodução desses estereótipos são graves e criam uma massa de pessoas intolerantes, que levam sua incapacidade de lidar com a natureza do outro para a rua, no dia a dia.

Mas o que dizer de pessoas que se acham masculinas, que sentem atração por afeminados, que conseguem ultrapassar a barreira do “não me toque” e namorar uma pessoa “pintosa”, mas que tem vergonha de apresentá-la para os amigos e familiares?

Os detalhes desse caso e a solução, você confere no vídeo abaixo!

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