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Bolinhas brancas apareceram no seu pênis? Descubra aqui o que é!

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10 de dezembro de 2011 às 15:06

Homem adora mexer no próprio pinto. É ou não é?

Coisa boa, descompromissada, tão íntima... melhor do que isso é mexer no pinto do namorado, assim, só por brincar!

Pois é. Mas existem meninos que estão cheios de dúvidas em relação ao amigão ali de baixo. Foi o que aconteceu com um leitor, que nos enviou um email, perguntando se poderíamos ajudá-lo com umas bolinhas brancas que apareceram no pau dele. E podemos ajudar!

Existe, claro, a questão das DST’s, mas nem sempre é isso. Por isso separamos essas "explicações", que, esperamos, contribua caso você esteja com o mesmo problema.


- Acne: a pele do pênis também contém glândulas sebáceas, que quando se inflamam provocam a tão conhecida espinha. O melhor a fazer é não tentar espremer a lesão, que na maioria das vezes tem resolução espontânea. Se o bafo tiver sério, procure um médico. Ele irá receitar um antibiótico, pra você passar no pênis...

- Pápulas peroláceas penianas: também conhecida como Glândulas de Tyson, estão presentes no sulco balano-prepucial (aquela depressão circular que fica logo abaixo da cabeça do pinto), são decorrentes da hipertrofia de certas glândulas desta região. Caracterizadas como pequenas ''bolinhas'' de cor clara, podem ser encontradas em até 30% da população masculina adulta, mas não representam nenhuma doença e não requerem tratamento. 

- Foliculite: a região genital é rica em pelos, que quando se inflamam provocam a foliculite. O que se vê é uma pequena lesão avermelhada e dolorosa na base do pelo, podendo ser única ou múltipla. Pode ocorrer resolução espontânea ou pedir uso de antibióticos tópicos e/ou sistêmico. 




- Lupia: são cistos epidérmicos que aparecem na bolsa escrotal. Existe uma tendência hereditária para o seu surgimento, que costuma ocorrer na fase adulta. As lesões se manifestam formando cistos de coloração amarelada, arredondados ou ovalados, com dimensões que variam de poucos milímetros a um centímetro. Pode aparecer como lesão única (foto) ou várias lesões. O tratamento é cirúrgico e deve ser realizado por profissionais habilitados, como o médico dermatologista. A lesão deve ser retirada completamente para evitar a recidiva no mesmo local.

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